Redução de danos: uso de piteiras

Com certeza você já ouviu falar nessa estratégia que é a Redução de danos. Também conhecida pela sigla RD, essas posturas são adotadas para mitigar danos relacionados a alguma prática que cause ou possa causar danos. Inclusive, nos danos associados ao uso de drogas psicoativas. 

E se o papo é sobre o uso de cannabis, essa temática é essencial, já que o consumo é cada vez mais popular, e as consequências da inalação da fumaça são reais.

Uma alternativa que se populariza e pode ser facilmente praticada para reduzir os danos da inalação de fumaça, é o uso da piteira. 

As piteiras auxiliam no processo de resfriamento da fumaça, garantindo que ela chegue mais fria na garganta, minimizando alguns dos danos que o processo de combustão causa. Importante lembrar, que mesmo com suas propriedades medicinais, ainda existe um alto índice do famoso “prensado”, ou seja, cannabis sem procedência, além do split (cannabis + tabaco), aumentando ainda mais a necessidade do uso desses pequenos utensílios, que possuem um grande potencial. Além de resfriar a fumaça, também evita que a boca tenha contato com alcatrão ou outras substâncias potencialmente cancerígenas formadas pela combustão da erva, transformando o ato de fumar em algo muito mais seguro. 

O uso desse acessório têm diversos benefícios, pois age na retenção de substâncias nocivas, evita que a fumaça chegue tão quente à garganta, melhora a circulação do ar dentro do cigarro e previne manchas e queimaduras na boca e nos dedos. Piteiras mais longas melhoram ainda mais a experiência de fumar, já que quanto maior for o espaço entre a brasa e a boca, maior será a distância percorrida pela fumaça até a garganta, causando seu resfriamento neste percurso. 

São diversos tipos, modelos, tamanhos e materiais que podem servir para piteiras, desde papel, vidro, madeira, e até – acredite se quiser – macarrão parafuso, ou qualquer outro artefato que cumpra o objetivo de filtragem e resfriamento. 

As piteiras de papel são populares em tabacarias e head shops, mas é bastante comum o uso de piteiras improvisadas com a caixinha da seda, além de um universo de possibilidades advindas de um pequeno pedaço de papel mais rígido, em formato quadrado ou retangular. Por serem descartáveis, facilitam a experiência de bolar e fumar.

Nesse caso, são recomendados papéis de qualidade e maleáveis, preferencialmente biodegradáveis, já que o cuidado com o meio ambiente é inadiável e o descarte deve ser feito adequadamente. Consciência na hora de fumar e consciência para cuidar do meio ambiente.

Já as piteiras de madeira, ainda que naturais, devem ser descartáveis. A lavagem desses objetos pode inchar ou acumular microrganismos após o contato com a água. Porém é possível reutilizá-las, caso necessário. 

Já as piteiras de vidro, são laváveis, possuem formatos que encaixem na boca e podem ser reutilizadas após fumar. Porém, o uso desse material exige maiores cuidados, e na hora da higienização, recomenda-se a lavagem com água morna e sabão líquido para evitar o acúmulo de substâncias prejudiciais. Nessas piteiras, as principais contribuições são o resfriamento da fumaça, que reduz significativamente os danos à garganta, além da possibilidade de reuso, que evita a produção excessiva de resíduos.

Seja qual for, a piteira irá cumprir papel importantíssimo na hora de fazer a cabeça. Seja de papel, vidro, macarrão ou madeira, não deixe de utilizar essa ferramenta de segurança. 

Aqui na nossa loja separamos o que tem de melhor no mercado para que sua experiência seja a melhor possível, dê uma olhada e veja qual se adequa melhor ao seu uso.